Atividades lúdicas organizadas por faixa etária, local, espaço físico, número de participantes e competência socioemocional. Acervo autoral da Cia do Lazer, com 37 anos de campo.
Você abre o computador e começa a caçar brincadeira na internet.
Acha uma boa, mas precisa de um campo, e você só tem uma sala.
Acha outra, mas é para crianças de 6 anos, e o seu grupo tem 13.
Acha uma terceira, perfeita. Só que a explicação tem três linhas e você não faz ideia de como conduzir o fechamento.
Uma hora depois, você monta a programação do jeito que sempre monta: de cabeça, no que já deu certo antes.
"Por que essa atividade?"
A coordenadora pergunta. A mãe pergunta. O cliente corporativo pergunta. E você sabe a resposta, sente na prática que aquilo funciona. Mas colocar em palavras que sustentem uma reunião é outra história.
"Que jogo eu faço?"
"O que eu faço com este grupo, neste espaço, para desenvolver isto?"
Não é uma lista maior. É outra pergunta.
7 faixas etárias
Porque a criança não é um adulto pequeno. A atividade que encanta aos 5 entedia aos 12, e a que desafia um adolescente frustra um grupo de terceira idade. A faixa etária não é detalhe de organização, é a primeira decisão pedagógica.
9 contextos
Porque o mesmo princípio pede condução diferente numa colônia e numa empresa. O que se espera do profissional, o tempo disponível, o vínculo com o grupo, o que é permitido: tudo muda conforme o lugar.
6 possibilidades
Porque não adianta a brincadeira perfeita se ela precisa de um campo que você não tem. É a pergunta mais prática das três, e a que mais frustra quem busca atividade na internet.
4 faixas
Porque uma atividade para 8 crianças não é a mesma para 60. O número de participantes muda o tempo de cada rodada, a quantidade de material, a divisão em equipes e a forma de conduzir. É a restrição mais real de quem trabalha em campo.
1, 5 ou 10 atividades
Uma para resolver agora, ou dez para montar a programação inteira.
Nada de parágrafo solto que você precisa decifrar.
O que é, em uma frase.
Para encaixar na programação.
Do início ao fechamento.
O que separar antes.
O detalhe que muda a condução.
A resposta para "por que essa atividade?"
As atividades do Ludus Skills são classificadas pelos 12 atributos do DNA Ludus, organizados em três camadas.
Agir, pensar e decidir com autonomia.
Conviver, colaborar e se relacionar.
Reconhecer, regular e habitar as próprias emoções.
Isso permite inverter o caminho. Em vez de procurar uma brincadeira e torcer para que sirva, você diz o que quer desenvolver, cooperação, autoconhecimento, coragem, e recebe as atividades que trabalham exatamente aquilo.
Você para de escolher por instinto.
Passa a escolher por intenção.
E quando alguém perguntar por quê, a resposta já está escrita.
Um instrumento de 48 afirmações que mapeia os 12 atributos e devolve um retrato do seu grupo.
Nenhum banco de brincadeiras devolve isso para você.
Articuladas ao referencial de Piaget, Vygotsky, Wallon, Winnicott, Gardner, Seligman, Brotto, Orlick e Lydia Hortélio.
Pedagoga, psicanalista e profissional de educação física. Mestre em gestão empresarial, especialista em comportamento empreendedor e em habilidades socioemocionais. Fundou a Cia do Lazer em 1989, em Pernambuco, e desde então nunca saiu de campo.
O acervo do Ludus Skills não veio da internet. Veio de acampamentos, colônias de férias, escolas e eventos reais, ao longo de todos esses anos: atividades que sobreviveram ao teste de aplicar com criança de verdade, em dia de chuva, com material faltando.
Você sempre sabe o que tem na mão.
Cada brincadeira nasce cooperativa e sem eliminação, e pode ser ajustada ao ritmo de cada criança. Uma metodologia pensada para incluir crianças neurodivergentes, incluindo autismo (TEA) e TDAH.
Como funciona: a autorregulação, coração das Heart Skills, é reconhecida como área central tanto no TDAH quanto no TEA. As habilidades sociais das Human Skills têm respaldo de meta-análises no autismo, e os jogos cooperativos favorecem a participação de todos. Ao escolher os atributos no Perfil Lúdico, o profissional já mira as áreas que a literatura associa ao apoio dessas crianças.
Fundamentado em CASEL, OCDE 2030 e OMS. Recurso de facilitação inclusivo, não um tratamento nem substituto de acompanhamento clínico.
R$ 397 /ano
Equivale a R$ 33 por mês.
Você economiza R$ 81,80, mais de 2 meses grátis Assinar anualUm único trabalho de recreação paga o ano inteiro. R$ 397 por ano é menos do que você cobra por uma manhã de atendimento. E são 365 dias de programação resolvida.
7dias
Assine, use de verdade, aplique com o seu grupo. Se não fizer diferença no seu trabalho, devolvemos o valor integral. Sem pergunta, sem burocracia.
O risco é meu, não seu.
Não. O Ludus Skills abre no navegador do celular, tablet ou computador. Se quiser, dá para adicionar o ícone na tela de início e ele abre como aplicativo.
Não. É preciso conexão para acessar.
De 0 a 3 anos até 60+ (0–3, 4–6, 7–10, 11–14, 15–18, adultos e 60+).
Não. O acervo cobre escola, creche, clínica, empresa, passeios pedagógicos, festa, evento de rua e resort.
Um instrumento de 48 afirmações que mapeia 12 atributos socioemocionais e devolve um perfil visual com PDF para download.
Sim. O acesso é individual, mas você aplica com quantos grupos quiser.
Você cancela quando quiser, sem multa.
Depois de confirmar o pagamento, você recebe seu código de acesso por mensagem.
Você já sabe fazer. O Ludus Skills organiza o que você sabe, e te dá as palavras para defender cada escolha.
R$ 397 por ano Menos de R$ 34 por mês
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